Revista ZUM #7

> Pé na estrada: Grande nome do pós-guerra no Japão, consagrado por inúmeros livros fotográficos em preto e branco, Daido Moriyama (1938) flagrou a cena artística japonesa e as transformações da vida rural e urbana de seu país. Para homenageá-lo, a ZUM publica um texto da série autobiográfica Memórias de um cão, acompanhado de um portfólio de imagens selecionado pelo próprio fotógrafo.

> O Clique único de Assis Horta: Retratos deslumbrantes do fotógrafo mineiro Assis Horta, que tem sua trajetória narrada pela jornalista Dorrit Harazim. Horta nasceu em 1918 e eternizou o patrimônio arquitetônico e a sociedade de Diamantina. Mas o grande impulso de sua carreira veio com a promulgação da CLT, quando Getúlio Vargas tornou obrigatória a carteira profissional com foto. Nos anos que se seguiram, Horta fotografou centenas de pessoas de maneira única e genial.

> Que país é esse?: Especial de quase cem páginas dedicado ao Offside, um projeto colaborativo criado para documentar o país por meio do olhar de dois coletivos, quatro fotógrafos da agência Magnum e quatro brasileiros. Os fotógrafos organizaram suas pautas e percorreram as capitais do país para apresentar temas variados e candentes, como os jovens eleitores, os protestos e as ocupações, os grupos sociais e religiosos emergentes, os novos movimentos musicais ou a relação das mulheres com a beleza.

> Uma batalha de imagens: No ano em que se comemora o centenário da Primeira Guerra Mundial, o artigo de Hilary Roberts, curadora de fotografia do Museu Imperial da Guerra de Londres, mostra como a manipulação das imagens na imprensa, até então amplamente aceita, foi debatida e proibida durante o conflito.

> Para onde foi a senzala?: Neste ensaio, o professor de história Mauricio Lissovsky compara a foto de um linchamento recente à inquietante imagem de capa da nova edição de Casa-grande & senzala, clássico de Gilberto Freyre. A subtração da senzala e do negro na capa pode indicar o deslocamento e o recalque de um sentido que retorna em imagens ainda mais violentas.

> A Fotografia como objeto pós- industrial (1985): Texto utópico e premonitório do filósofo Vilém Flusser (1920-91), escrito em 1985 e inédito em português. Nele, o autor prevê uma revolução cultural com a invenção de um novo tipo de fotografia (eterna, animada e interativa), anos antes de a fotografia digital e as redes sociais sequer existirem.

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